allmylittlewords

9.10.06


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Para um eleitorado mais perfumado: Lula no cangote. Cheiro de Vitória, pela bagatela de R$ 300.

29.9.06

Um pouco de japonês gastronômico.

19.9.06

Zombie Walk é um encontro em que uma multidão de pessoas vestidas de zumbi vagam grunhindo por uma rota pré-combinada e termina em uma grande balada zumbi. O evento acontece em diversos países e, este ano, pela primeira vez no Brasil.

Dúvidas: o que se ouve em uma "balada zumbi"? O que se bebe? Onde é que ela acontece?

18.9.06

Daniela Cicajeba, a Paris Hilton brasileira.

31.8.06

Vi várias coisas estranhas no show do CocoRosie. Um homem usando cueca na cabeça. Uma máscara. Uma mulher de bigode (não buço). Uma mulher dobrável. Pegação no palco. Gente que nunca vi na vida (quantas pessoas ali, de fato, conheciam a banda?). A morte perfeita de uma bicha quá-quá (pelo globo de discoteca na cabeça) e as melhores amigas da mesma, que além de aparecerem na The Week, vão a Barretos também. O importante é catar geral.

Ai, minha cabeça.

Mesmo assim, valeu as cinqüentapilas. Ainda bem que não tomei um ácido. Ou não estaria aqui agora.

23.8.06

Aurélia, o dicionário da língua afiada.

18.8.06

andrew bird - a nervous tic motion



Bacanam. E um tiqui mais bunito que o do Kiddy, não?

Crizi do tipo saturnina. Muito, muito trabalho. Quero virar gente grande logo. Preciso ganhar mais dinheiro. Logo. Preciso trabalhar no meu ritmo (logo). Preciso ficar sozinha para escrever. Não consigo com sinfonia de telefones, com mil e uma janelas abertas no computador e no meu cérebro. É. Acho que o futuro é trabalhar sozinha. De casa. Frilando. Eu copiei isso de uma amiga, mas é verdade que já experimentei desta fruta. Por isso tenho autoridade para dizê-lo. Outro dia quebrei o pau na firrrrma. Firrrrma em termos, porque nem temos a galega da contabilidade-amiga ou do comerrcial-amigo. Mas nunca tinha brigado com cálega nenhum antes. Que coisa mais desagradável. Levou uns 3 dias pra acalmar e para os bom-dias parecerem menos forçados.

Não recomendo.

Só recomendo uma coisa: prisão de ventre no trabalho, a do tipo subjetivo, claro, não presta. Por isso, além do seu Activia e das suas fibras, aprendar a demarcar seu território com o líquido de sua preferência. Já sobre a prisão de ventre clássica, recomendo guardá-la para depois. Continuo sem entender o povo que caga no trabalho. É muita falta de consideração com quem fica sentado ao lado do WC. Tsc.

8.8.06

Luxo o bafinho que os CSS tem feito na gringa. Uma amiga de NYC ia vê-los no Warsaw. Outro amigo da Florida estava empolgado para vê-los em agosto. Minha amiga de Nottingham garantiu que vai se jogar. Tô pilhando o Mario pra ir em Glasgow. E saiu no Guardian, e como o Adriasno bem disse, o gordinho tetudo teve até seus 15 minutos em inglês. Hahaha. Única coisa besta é a falta que um Atlas faz na vida dos jornalistas gringos. Sao Paolo, é? O cara da Slant jogou a culpa na assessoria de imprensa. Sei. Mas eles corrigiram. E no Guardian a fofa fez a mesma coisa. Eu gongo mesmo. Meu cu. E agora foi a vez do Flavorpill, que deu um título meio suspeito: "brasileño". Quero saber o motivo. Hahaha. Não me diga que é aquele. O clássico.

Talvez este ano votar em deputado seja menos uni-duni-tê. Vou vasculhar esse google dos candidatos.

7.8.06

Que coisa mais fofa. Mario, do alto do seu português, dizendo direitinho: "fui mordido por uma abelha". Ou quase. Ele ainda não entendeu muito bem o LH. E saiu meio abelrra. Hahaha.

6.8.06

I melt with you - Modern English

4.8.06

Ah! CocoRosie em SP!

3.8.06

Esse site, para sua criança interior, vende perfumes com cheirinhos especiais. Eu compraria o de massinha, que é o meu preferido da lista de oferecidos. Mas adoraria se eles incluíssem os meus três cheiros preferidos de TODOS: cheiro de terra molhada/antes de chuva, cheiro de garagem de prédio lavada e cheiro de posto de gasolina. E cola de sapateiro também. Haha. Não demorou muito pra saber por que eu gostava taaaanto de acompanhar minha mãe ao sapateiro do bairro. hahah.

Inclusive, eles vendem ali um fetiche meu de longo tempo: the ex.

2.8.06

"Fumo há 30 anos, todos os dias, e não sou viciada", garante Maria Alice Vergueiro.

(eu também acho que não. ela só é ótima).

26.7.06

Por 70 mil libras eu compro o vestidinho de holly golightly.

25.7.06

E no domingo eu assisti ao início da segunda temporada de The L Word. Desta vez só uma sapa no público, eu e mais 3 bees. Nada de frango à passarinho ou tremoço como na primeira vez. As bichas a princípio fizeram comentários misóginos demais, o que não aconteceria se estivessem vendo Queer as Folk, que eu sei bem. Mas em alguns pontos elas têm razão. Que mundo mais hermético sapatão é esse em que elas vivem? Há somente um homem hetero, que já se mandou pra longe, e as mulheres ht têm sempre algum interesse sórdido nas pobres dykes, quando resolvem aparecer. Viados são acessoríssimos.

Que mundo é este, onde até a sua carpinteira bate um bife?

21.7.06


Eu não tenho sangue exatamente libanês. Os pais da minha avó vieram da Síria, no começo do século 20, fugidos dos turcos porque eram cristãos. Ortodoxos. Minha avó deixou na infância, mais de 80 anos atrás, qualquer árabe que ela falava. Só nos ensinou uns 2 palavrões. E meu pai nos ensinou - para o desespero da minha mãe - a arrotar e sempre dizer nush kor allah.

É fato que sírios nao têm a melhor das relações com libaneses. Ali, no Oriente Médio, porque.. a gente sabe. Aqui, do outro lado, minha avó sempre disse que libanês, no placar árabe dos imigrantes, era o povo mais mitido. Brincadeiras, claro.

Porque no fundo é tudo la même chose.

E quando eu era criança tinha uma fascinação louca pela bandeira libanesa, porque a meu ver era a mais linda de todas. Então, num caderninho véio da escola, ali está um snoopy mimeografado para a gente colorir. Ele carregava uma bandeira, uma espaço branco para preencher. Que eu preenchi com a bandeira do Líbano, claro.

War on Lebanon: Take 2.